Levar um café artesanal mineiro para um dos corredores de arte urbana mais vivos de São Paulo não foi acaso: é o mesmo encontro que acontece na xícara. Grafite e grão, cidade e serra, expressão e origem. Duas formas de artesanato conversando no mesmo enquadramento.
Cuidamos da direção, da captação de imagem e da edição, construindo um material em que a estética do lugar trabalha a favor do produto cor, textura, movimento. O resultado é um café que não se apresenta como commodity, mas como o que ele é: arte feita por gente que vive o que produz.